ESTUDOS BÍBLICOS

NÃO HÁ IMPOSSÍVEL PARA DEUS POR ISSO, "JÓ 42.2" "BEM SEI QUE TUDO PODES E NENHUM DOS PLANOS PODEM SER FRUSTRAOS".

A HUMILDADE

Sunday, 10 de May de 2009

A HUMILDADE A palavra humildade? e as suas formas (humilhado, humilhação, humildemente, humilha, etc.) é usada mais que 70 vezes pela Bíblia (Strongs). O uso numeroso desta palavra pela Bíblia nos dá uma idéia da sua importância para nós. Pode ser que a humildade signifique qualidades diferente para pessoas diferentes. Olhando no dicionário entendemos que essa virtude que nos dá o sentimento da nossa fraqueza (Aurélio) é uma qualidade boa na vida de qualquer pessoa. O humilde é comparado a uma pessoa respeitosa, reverente e submissa. Como uma pessoa pobre não pode se gloriar de grandes posses, uma pessoa humilde não se gloria de grandes qualidades. O que significa essa palavra na Bíblia? Examinando quais palavras são usadas por Deus na inspiração da Sua Bíblia para expressar essa qualidade de humildade, podemos aprender muito. Queremos examinar as palavras usadas tanto no Velho Testamento quanto no Novo Testamento. Assim podemos tirar as nossas próprias conclusões. Quando essa palavra está usada no Velho Testamento pode significar: • Sentir-se menos em mente, ser brando; ou em circunstancia, pobre ou piedoso ! subjetivo - #6035, Strong?s. Esse significado é a raiz de 6038 e 6031. • condescendência ("humildade" - Prov. 15:33; 18:12; 22:4), que é de ceder voluntariamente. Se um homem faz isto é chamado modéstia. Se o divino faz isto é chamado clemência (#6038, Strong?s) . • Rebaixamento voluntário ou forçado, submissão ("humilhar-te" ! Êx. 10:3; Deut 8:2,3, 16; "humilhado" ! Deut 21:14; "humilhou" ! Deut 22:24,29; Ezequiel 22:11; "humilhai-as" Juízes 19:24; "humilhava" ! Sal. 35:13; "humilharam" ! Ezequiel 22:10; - #6031, Strong?s) • Dobrar o joelho, conquistar ("se humilhar" ! Lev 26:41; II Cron. 7:14; "se humilha" ! I Reis 21:29; "te humilhaste" ! II Reis 22:19; "se humilharam" ! II Cron.12:6; 30:11; "se humilhavam" ! II Cron. 12:7; "humilhando-se" ! II Cron. 12:12; "se humilhou" II Cron. 32:26; 33:12,23; 36:12; "se humilhasse" ! II Cron. 33:19; "se humilhara" II Cron. 33:23; "te humilhaste" ! II Cron. 34:27 ! #3665, Strong?s). • Aquele que sente-se menos em mente, ou em circunstancia ! objetivo - ("aflitos" ! Sal. 9:12; "humildes" ! Sal. 10:12; "mansos" ! Sal. 10:17; 34:2 ! #6041, Strong?s). • Ser rebaixado, ser degradado ! ( "se inclina"- Sal. 113:6; "ser humilde" ! Prov. 16:19; "se abate"- Isaías 2:9; "te abaterem" ! Jó 22:29; "humilhai-vos" ! Jer. 13:18 - #8213, Strong?s). • Se rebaixar ("humilhaste"- Daniel 5:22, # 8214, Strong?s). • Baixeza ("humilde"- Jó 22:29 - #7807, Strong?s). • Quebrado, contristado ("se humilharam"- Jer. 44:10 - #1792, Strong?s) • Prostrar-se, adorar ("me inclino" ! II Sam 16:4 - #7812) • Ser modesto ("humildemente" ! Miquéias 6:8 - #6800) • Si pisar ("humilha-te" ! Prov. 6:4, #7511, Strong?s) • Se diminuir ("se abate" ! Lam 3:20, #7743, Strong?s) • Se agachar ("abaixa-se"- Sal. 10:10, #7817, Strong?s) Quando essa palavra é usada no Novo Testamento, pode significar: As palavras em grego usadas para descrever a virtude de humildade são todas relacionadas umas com as outras. Examinaremos em detalhe somente duas destas palavras gregas. Os demais versículos das outras palavras gregas dariam sentido quase igual com essas palavras e, portanto, somente daremos um resumido espaço a elas. • #5011 (Strongs) ! Ser deprimido (abatido, enfraquecido) em circunstancias (pobreza) ou em disposição (atitude). Os seus usos pelo Novo Testamento: Cristo é nosso exemplo primário: Mat. 11: 29, "que sou manso e humilde de coração" (de atitude) ! Isaías 53:2,3, "Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens"; 42:3 "A cana trilhado não quebrará, nem apagará o pavio que fumega;" (Mat. 12:20) Lucas 1 :52, "elevou os humildes" (pobres) como Maria. Apesar de sua baixa estimação pela sociedade (Luc. 1:48), Deus a usou como um maravilhoso instrumento para operar a Sua vontade para toda a humanidade que crê. Assim Deus opera ainda hoje (I Cor. 1:26-29, "não são muitos os sábios , ... poderosos, ... nobres que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; ... as coisas fracas para confundir as fortes; ... as coisas vis e desprezíveis, e que não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma carne glorie perante Ele.") Humildade É O Nosso Dever Romanos 12:16, "Sede unânimes entre vós;" - não é o ecumenismo que está sendo ensinado neste versículo. O que está sendo ensinado é aquela atitude demonstrada por Jesus e os demais santos bíblicos. Jesus mesmo disse: "Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas" (Mateus 7:12). A mesma verdade aprendemos com Tiago quando disse: "Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis" (Tiago 2:8). Perante os olhos de Deus todos somos igualmente pecadores, e todos precisam se arrepender de seus pecados crendo pela fé em Cristo. Em vista disso a Bíblia diz: "...não ambicioneis coisas altas..." Romanos 12:7. Ainda em Gálatas 6:2 Paulo diz: "Levai as cargas uns dos outros ..." Em Tiago 1:27 podemos ler: "Visitar os órfãos e as viúvas na suas tribulações ...". Aprendemos então que não devemos ter pretensões superiores sobre os nossos semelhantes. Podemos notar registrado em Mateus as preciosas lições de humildade ensinadas por Jesus aos seus discípulos: "Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo; Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos" (Mateus 20:25-28). "...mas acomodai-vos às humildes..." (Romanos 12:16). Também devemos gostar da companhia dos pobres e dos que são despojados de quaisquer qualificações, Tiago 2:1-5. Em Provérbios. 3:7 podemos observar o sábio conselho de Salomão: "Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal". Humildade É A Obra de Deus Em II Cor. 7:6 diz: "Mas Deus, que consola os abatidos..." Os cristãos que têm tribulações, pobreza e sentimentos de fraqueza, sem dúvida alguma usufrui da companhia do poderoso Consolador, o próprio Deus. O sábio tem a sua sabedoria para lhe consolar. O forte tem a sua força para lhe consolar. O rico tem a sua riqueza para lhe consolar. Porém, os fracos podem conhecer a beneficência, juízo e justiça do próprio Deus. Este é o consolo que o abatido pode gloriar-se (Jer. 9:23,24). Porém, não se glorie de sua pobreza, mas em Deus. A pobreza pode ser um fator convincente da sua necessidade de Deus, mas a glória deve ser dada a Deus. Em Tiago 4:6 e em I Pedro 5:5 lemos: "Deus dá graça aos humildes" . Deus ampara os desamparados e os humildes. Os que se julgam auto-suficiente, não precisam de amparo. Deus dá ajuda em tempo oportuno aos humildes. Os que se julgam poderosos, não precisam de graça. A graça de Deus sempre está ao lado dos espiritualmente fracos e necessitados. Veja o que Jesus disse a respeito disso em Marcos 2:17 e também em Lucas 5:32 Aos que se julgam perfeitos não precisam de misericórdia. Jesus Cristo está pronto para salvar todos aqueles que estão conscientes de sua falência espiritual. Veja esta grande verdade em Hebreus 4:15,16. Quando o pecador chega a conclusão da sua precária condição espiritual diante de Deus, então só resta chegar ao trono da graça para obter a misericórdia divina. Reconhecer a sua necessidade espiritual é dadiva de Deus. É aconselhável que os humildes conheçam a importância desta ajuda: não há virtude na qualidade de ser pobre e fraco. Essas condições porém revelam a necessidade da ajuda divina. Certamente que a ajuda divina vem quando o pecador em qualquer circunstância chega ao trono da graça. Diante do trono da graça os humildes e miseráveis, espiritualmente falando, devem lançar sobre Ele as suas ansiedades (I Pedro 5:7-9); aproveitar dos sábios conselhos da Palavra de Deus (Sal. 19:9-11); ser mais obediente à Palavra do Senhor com determinação e fé (Fil. 4:6-9). Essa é a ajuda que todos recebem de Deus quando O procuram. O Exemplo de Paulo nos Ensina Em II Cor. 10:1 encontramos o apóstolo Paulo dizendo: "...quando presente ... sou humilde". Em nenhuma ocasião Paulo se achava um bonitão ou um auto-suficiente. Depois de sua conversão a Cristo, Paulo despiu-se de todo orgulho carnal e de todas vantagens que tinha em sua vida religiosa. Antes de aceitar Cristo, Paulo usufruía de muitas vantagens e prestígios em sua vida religiosa. Veja o que ele mesmo disse: "Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé..." (Gálatas 3:7-9). Depois de convertido Paulo tinha as provações e sofrimentos que eram marcas de um discípulo sincero que fez ele sentir as suas fraquezas (II Cor. 11:23-30; Gal. 6:17). Conforme acabamos de ver, o apóstolo Paulo poderia confiar muito na carne. Vantagens não lhe faltava. Ele era circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamin, hebreu de hebreus; segundo a lei, foi fariseu; segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível (Fil. 3:4-6). Todavia, no seu ministério, ele não usou sublimidade de palavras ou de sabedoria, mas, sentiu-se em fraqueza, e em temor e em grande tremor. A sua palavra, e a sua pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder (I Cor. 2:1-5). Paulo se considerava crucificado com Cristo (Gal. 2:20). A sua glória era na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual o mundo estava crucificado para ele e ele para o mundo (Gal. 6:14; I Cor. 2:2, "Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e Este crucificado."). Paulo sentia-se humilde para consigo mesmo, mas ousado com a verdade (II Cor. 10:1, "ousado para convosco"). A atitude de Paulo para com as fraquezas, as injurias, as perseguições e as angustias, é uma lição para o Cristão. Se essas fraquezas ensinam o convertido em Cristo a se aperfeiçoar no poder de Deus mediante a fé no Senhor Jesus, então ele pode sentir prazer nelas (II Cor. 12:5-10). Também o Cristão é ensinado pelo exemplo de Paulo, que, por mais usado seja no ministério, a glória toda pertence a Deus. Temos Um Consolo Tiago 1:9, "glorie-se o irmão abatido" (Tiago 5:6). Por que este deve gloriar-se? Porque quando nos humilhamos somos exaltado por Deus. Vamos examinar o que Pedro disse: "Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte" (I Pedro 5:6). Quando chegamos no auge de nossa falência espiritual, sentindo a falta de prestígio social e desprezo dos homens, então deixamos de confiar plenamente na carne e voltamos a buscar as infinitas misericórdias do bondoso Deus. Por que o humilde é exaltado? Porque ele tem a sabedoria, o amparo, a graça e a misericórdia de Deus! Esses são atributos que os orgulhosos e os auto-suficientes nunca podem conhecer. Aprendemos então que há grandes bênçãos em nossas fraquezas e limitações. Sem dúvida alguma que há grandes vantagens ao conscientizar-nos de nossas limitações diante de Deus. O apóstolo Paulo disse: "...me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte" (II Coríntios 12:9-10). Quando os crentes sentem em si mesmos "lixos" espirituais então recorrem ao trono da graça, e o Senhor os exaltam com consolo e sabedoria que jamais a força humana poderia atingir. Como está a sua atitude de si mesmo? Necessita do amparo divino? O que Ele oferece é um maior conhecimento de Si mesmo. Isso basta? Uma outro palavra grega que queremos estudar é: • Baixeza de mente, modéstia - #5012, Strong?s. Os seus usos pelo Novo Testamento: Humilde Como Paulo Atos 20:19, "Servindo ao Senhor com toda a humildade". Exemplos de uma vida humilde na vida do apóstolo Paulo: Atos 13:6-12 - confronto com Elimas, o mágico em Chipre Atos 13:45-47, 50-52 - confronto com judeus invejosos - Antioquia Atos 14:2-7 - confronto com judeus invejosos ! Icônio Atos 14:19,20 - confronto com judeus invejosos ! Listra Paulo não se exaltou, mas teve a ousadia em obedecer a Palavra de Deus e cumprir a sua vocação fielmente. Aprendemos que "servindo ao Senhor com toda a humildade" não significa que é errado apontar e confrontar o erro. A humildade nunca deve ser confundida com a frouxidão. O servo de Deus que serve "ao Senhor com toda a humildade" pode expor o erro. Paulo corajosamente confrontou o erro e exemplificou grande ousadia em seu ministério, mas, mesmo assim testemunhou-se serviu "ao Senhor com toda a humildade Os servos de Deus vivem nos dias de hoje com este grande dilema. Muitos confundem humildade com a falta de coragem de expor publicamente o erro da humanidade. Há até mesmo nos dias de hoje pastores light Os membros das igrejas exigem dos pregadores pregações light. Light, segundo o dicionário Aurélio, significa moderado, não radical. Porém o Senhor Jesus numa calorosa pregação, Ele repetidas vezes chamou os fariseus e os escribas de hipócritas. Veja o capítulo 23 de Mateus. Jesus não foi light em suas pregações. E ninguém pode negar que Jesus era humilde e manso de coração, Mateus 11:29. Humildade É O Dever do Cristão Efés. 4:1,2 ! "Andar digno da vocação ... com toda a humildade". A nossa vocação, tanto a sua chamada quanto o seu desempenho, não é pelas qualidades superiores do homem ou pelas espertezas da sabedoria humana (I Cor. 2:4,5, "A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana"; II Cor. 3:5, "a nossa capacidade vem de Deus; Efés. 3:7, "dom da graça de Deus ... segundo a operação do Seu poder"; II Cor. 4:4-6, "não nos pregamos a nós mesmos"). Devemos usar tudo que Deus nos dá para a sua glória lembrando-nos no mesmo instante que sempre temos pecado e fraquezas (Romanos 7:24; Col. 2:6). Para andar com modéstia, não é necessário negar nossos talentos ou nossos dons. A humildade não deve negar a existência de uma capacidade nem o seu uso. Modéstia não pode transformar a timidez em uma virtude. Devemos ser obedientes de alma e de todo o coração! Todavia um dos segredos da humildade é reconhecer os talentos e dons nos outros, Fil. 2:1-8. Mesmo obedecendo a Palavra de Deus, usando as qualidades que Deus tem nos dado, não faz que somos mais do que os outros, I Pedro 3:8, "afáveis"; 5:5. Na realidade, somente podemos ser obedientes com uma atitude correta para com as nossas capacidades e as dos outros, se somos guiados pelo Espírito Santo (Col. 3:12-13). Será observado que essas qualidades com quais devemos andar dignos da nossa vocação, com toda a humildade, são aquelas qualidades listadas em Gálatas 5:22, ou seja, o fruto do Espírito Santo. A humildade verdadeira não é uma atitude produzida pela filosofia humana, mas pela influência do Espírito Santo na vida Cristã. Portanto não procure ter as qualidades do Espírito Santo sem ter o próprio Espírito. É necessário conhecer Cristo como seu Salvador para conhecer o Espírito Santo na sua vida. Se conhece Cristo, já tem o Espírito Santo (Romanos 8:9). Se já conhece Cristo, cresce na graça e verá que as qualidades de Cristo serão manifestas na sua vida, inclusive essa qualidade de modéstia. Se não conhece Cristo, roga a Deus que Ele seja misericordioso para salvar mais um pecador. Existem Cuidados sobre O Assunto Colossenses 2:8-23 ! v. 18, "pretexto de humildade". Existe uma humildade que não é verdadeira, que é usada para fins não lícitos. Essa falsa humildade é fruto das filosofias e vãs sutilezas segundo os rudimentos do mundo. Os pretextos da falsa humildade procuram melhorar o homem para que ele possa merecer a salvação ou possa melhorar a sua posição diante de Deus. A humildade falsa segue as regras do homem ou da religião e não Cristo (v. 8). A intenção dessa humildade voluntária, ou seja, aquela filosofia que tem a sua origem na vontade do homem, é de fazer aparecer os atributos de Cristo sem ter o próprio Cristo. Os pretextos de humildade têm o propósito de impressionar Deus. Os pretextos de humildade não levam ninguém a ser salvo pois podem faltar o principal: a nova natureza ou a genuína conversão em Cristo. Se tiver a nova natureza, já não é necessário melhorar a posição em Cristo, pois, para com Deus, estar em Cristo basta. Verdadeiramente, os pretextos de humildade são somente para a satisfação da própria glória do homem (v. 18, "carnal compreensão"; v. 23, "satisfação da carne"). Uns exemplos de como os pretextos são somente da carnal compreensão ou a satisfação da carne, são as vidas austeras dedicadas às privações nos mosteiros e nos conventos, a severa autoflagelação durante a páscoa nas ilhas Filipinas, as duras penitências dos católicos, as proibições de usar cores vivas na vestimenta, abstinência de eletricidade nos lares, privações de motores e máquinas na vida dos Amish, e as longas listas de várias regras e rígidas proibições do neo-pentecostalismo, etc. Nenhumas dessas atividades, por mais sinceras que sejam, jamais levam alguém a ser mais como Cristo na obediência das Escrituras. É necessário ter Cristo para ser salvo e para agradar Deus na adoração verdadeira. Em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade e não nas filosofias segundo os homem (v. 9). O pecador é salvo por Cristo, e assim, não falta nada para agradar Deus. Portanto os salvos não precisam das vãs sutilezas do homem (v. 10). É desnecessário toda e qualquer obra do homem para a salvação. A obra vicária de Cristo basta para a salvação e também para a vida cristã. Portanto, não necessitamos qualquer obra oriunda da tradição dos homens para estes fins (v. 11). O poder de Deus transforma a vida dos salvos para ser o que deve ser pública e espiritualmente sem a adição de qualquer melhora que a compreensão do homem possa sugerir (v. 12,13). O necessário é Cristo. Foi Cristo quem riscou a cédula (nota promissória), na qual constava toda a dívida do pecador descrita pela lei de Moisés. Moisés pela lei descreveu a imensa dívida que o pecador tinha para com Deus. O homem conspurcado ou enlameado em seus pecados jamais poderia saldar esta dívida. Jesus Cristo anulou este documento que constava a dívida do homem, (v. 14). Cristo, sozinho, e somente Ele, despojou todos os principados e potestades e deles triunfou pelo Seu próprio poder, não necessitando alguma ajuda do homem para completar a vitória (v. 15). Deus fica plenamente satisfeito pelos que estão em Cristo; e as filosofias, as tradições, as cerimônias, os rituais e as privações segundo os rudimentos do mundo em nada podem melhorar o que já é perfeito. Não é por comer ou deixar de comer; por beber ou deixar beber; por participar ou deixar de participar de uma festa especial; por cultuar ou deixar de cultuar a lua nova ou por guardar ou não o sábado que faz o cristão ter os atributos corretos (v. 16). O essencial é estar em Cristo para agradar a Deus. Quando o cristão está em Cristo o Espírito Santo o transforma à Sua imagem (Col. 3:10). Sendo assim, o crente não precisa de nenhuma regra como: não toques, não proves, não manuseias (Col. 2:21). Se o homem depende das obras de humildade para ser salvo ou para agradar a Deus, certamente é um grande ignorante que está seguindo a sua carnal compreensão e não está ligado à Cristo. Cristo é O único cabeça pelo qual o pecador chega a Deus (Col. 2:18-19; João 14:6). É muito mais fácil praticar pretextos de humildade, elaborar doutrinas e preceitos dos homens (v. 22), do que submeter-se a Cristo para a salvação e para servi-lo com uma adoração pública e sincera. Para ser salvo é necessário conhecer Cristo mediante o arrependimento e fé nele. Para agradar Deus na adoração correta é preciso conhecer bem as doutrinas da Palavra de Deus. É necessário ser ligado à cabeça e crescer nEle. Só assim crescerá em aumento de Deus (v. 19; Efésios 4:11-16). Sem esse crescimento, só haverá no homem as aparências de sabedoria que agradam apenas a carne. O cristão não será julgado pelos seus pretextos de humildade, mas pela própria Palavra de Deus. O pecador deve conhecer Cristo como Salvador e Senhor para agradar Deus e assim terá a Sua salvação. Certamente Deus se agradará do pecador que entrega totalmente a sua vida a Cristo, fazendo uma renúncia completa e irrestrita de tudo o que tem. Jesus mesmo disse: "Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo" (Lucas 14:33). Você está em Cristo? A humildade é importante na vida cristã, mas de nenhuma maneira nos salva. A humildade somente manifesta as qualidades de Cristo naqueles que já estão nEle e que estão sendo transformados mais e mais à sua imagem. A humildade é o resultado de estar em Cristo e não a causa da salvação ou crescimento na santificação. Em outras palavras, quando se está em Cristo como Único e Exclusivo Salvador, então inevitalmente a humildade e santificação serão as suas marcas. Vamos examinar brevemente as outras palavras gregas usadas para ensinar sobre o humildade no Novo Testamento. • Baixeza de condições (capacidades) e coração (atitude de si) - #5013. Os seus usos pelo Novo Testamento: Mat. 18:4, "humilde"; 23:8-12, "humilhado" Aprendemos que as regras do reino de Deus é diferente das regras do mundo (I João 2:16) ; Luc. 3:5, "se aplanarão". Deus pode abaixar o que se exalta (Daniel 4:37); Luc. 14:11, "humilhado"; 18:14, "humilhado". Aprendemos que o regimento no reino de Deus é diferente do que o do mundo, I João 2:16; II Cor. 11:7, "humilhando-me a mim mesmo". Aprendemos que trabalhar sem salário é humilhante. A igreja tem obrigação de fazer o que é digno, até em dobro, para com aquele chamado que trabalha entre ela (I Tim 5:17). O servo de Deus é pronto para humilhar-se (trabalhar sem receber), mas a posição dos que são ensinados por ele, não devem permitir que isso aconteça (Gal. 6:6); II Cor. 12:21, "me humilhe". O fruto da obra é o gozo e a coroa do obreiro (Fil. 4:1). O obreiro se entristeça por não ter o fruto esperado; Em Filipenses 2:8 a Bíblia diz que Jesus "humilhou-Se". Em Atos 8:33 Lucas cita o profeta Isaías 53:8 onde diz que Jesus foi tirado da terra. Isto é, Jesus foi morto pelos homens maus. Jesus se humilhou como nenhum outro ser no universo. Ele, como o Jeová Todo-Poderoso, se cansou, João 4:6; Jesus sendo o Onipotente Deus não sabia o dia de sua volta aqui na terra, Marcos 13:32; Jesus Cristo sendo o Onipresente Deus, João 3:13 não estava presente na morte de Lázaro; o Divino conheceu fome, sede, choro e morte. Se o supremo Jesus, sendo o próprio Deus Divino se fez pecado por nós, então nós devemos agüentar resignadamente as fraquezas dos irmãos (Efés 4:32)!; Fil. 4:12, "abatido". Paulo sofreu em sua carne a mais amarga experiência do abatimento. Ele foi desprezado, Atos 14; tinha um espinho na carne, II Cor. 12:7-9; foi escandalizado, II Cor. 11:29; conheceu fome, Atos 20:34. Tiago 4:10, "Humilhai-vos". É difícil nos humilhar, nos arrepender e ter vergonha do erro, mas essa atitude funciona; I Pedro 5:6, "Humilhai-vos". • Baixeza em posição (baixa estimação diante dos outros) ou em sentimento (meigo) ! #5014, Strong?s. Os seus usos pelo Novo Testamento: Lucas 1:48, "na baixeza"; Atos 8:33, "humilhação" ; Fil. 3:21, "corpo abatido". Não devemos gloriar nos muito neste corpo. O pecado reside nele, Romanos 7:18,23; Tiago 1:10, "abatimento". É uma vergonha viver uma mentira e colocar prioridades no que é temporal, por isso, é uma glória para um rico em bens materiais ser feito fraco. Depois de estudar estas palavras hebraicas e gregas que são traduzidas em humildade e as suas variadas formas, entendemos que !humildade? trata-se de uma forma ou outra de rebaixar. Esse rebaixamento pode ser forçado (como por exemplo, ser vencido por alguém ou algo mais forte; ser pobre por natureza ou por falta de capacidade), ou pode ser rebaixamento voluntário (como por exemplo, piedade, modéstia ou assumir uma atitude de humildade). Essa condição é louvável na medida que o humilde procura o trono da graça para aprender de Cristo. A modéstia não faz da timidez uma virtude, mas reconhece os talentos que Deus tem dado e procura usá-los para a glória de Deus. Essa boa condição também procura reconhecer as qualidades que Deus tem dado aos outros. Somos avisados também que não é a humildade que nos faz ser aceitos diante de Deus, mas o fato de estarmos em Cristo. Estando em Cristo, teremos as qualidades necessárias que provêm Dele, incluindo a humildade. A humildade não é fruto de filosofias do homem, mas o fruto da obra do Espírito Santo trazendo-nos a participar em Cristo. Está em Cristo? A Importância de Humildade Quando somos humilde tornamo-nos como Cristo Mateus. 11:29 registrou a revelação da humildade e mansidão de Cristo nas seguintes palavras: "... sou manso e humilde de coração". Também em outras partes do Novo Testamento encontramos o registro de que Jesus era manso, submisso e humilde. Mateus. 21:5; Lucas 22:27, "Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve."; "todavia não se faça a minha vontade mas a Tua.", Lucas 22:42; "...esvaziou-se a Si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante na forma de homem;" Filipenses 2:7. Cristo, como temos estudado, mesmo sendo o Onipotente, se cansou, João 4:6; mesmo sendo o Onisciente, não sabia o dia da volta do Seu Pai, Mateus. 24:36; mesmo sendo o Onipresente, não estava presente na morte de Lázaro, João 11:15; mesmo sendo o Divino, conheceu fome, Mateus. 4:2; sede, João 19:28. Jesus chorou, João 11:35 e, Jesus, o Todo-Poderoso Deus, experimentou a morte, João 19:30. Sabendo o que Jesus, sendo o eterno Deus se fez pecado por nós, nós também devemos suportar as fraquezas dos nosso queridos irmãos, Efésios. 4:32! Devemos imitar a humildade de Cristo em nosso ministério. O apóstolo Paulo disse em II Tim 2:24: "E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor;" Quando somos humildes tornarmo-nos como os santo homens de Deus. Em Gên. 39:19-23, José achou "graça aos olhos do carcereiro-mor" pois o Senhor "estendeu sobre ele a Sua benignidade"; Moisés, Núm. 12:3, "era o homem Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra."; Ester 4:16 humildemente disse: "... se perecer, pereci". Jó, o homem que deu o grande exemplo de paciência e sofrimento, falou: "me abomino e me arrependo no pó e na cinza.", Jó 42:6. O grande rei e profeta Davi disse: "SENHOR, Tu me sondaste, e me conheces", Sal. 139:1. Eis as estupendas palavras do profeta Isaias: "...Ai de mim! Pois estou perdido; porque eu sou um homem de lábios impuros...", Isaías 6:5. Em Jeremias 1:6 lemos: "...ainda sou menino.". Foi dito do grande homem de Deus, Daniel, que superou pela fé vários obstáculos que ele tinha "espírito excelente"; Daniel 5:12; 6:3. Paulo, o apóstolo dos gentios humildemente disse em sua primeira carta aos Coríntios: "...quando fui ter convosco, ... não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria"; I Cor. 2:1. Em Gálatas 6:14 ele confessou: "...o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo". Ainda este mesmo Paulo falou aos Efésios o seguinte: "A mim, o mínimo de todos os santos", Efésios. 3:8. O apóstolo Pedro, dando testemunho das santa mulheres do Antigo Testamento, disse: "...um espírito manso e quieto ... assim se adornavam as santas mulheres que esperavam em Deus", I Pedro 3:4-6. Compreendendo que somos "rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta", Hebreus 12:1. Quando sabemos da importância da humildade, livramo-nos daquelas tristezas que vêm por não conhecer as obras de Deus. Ignorância é tolice. A Bíblia diz claramente que: "...não é bom ficar a alma sem conhecimento", Provérbios. 19:2. O próprio Senhor Jesus disse: "Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus", Mateus 22:29. Tolice é resmungar por aquilo que é para nosso bem e para a glória do nosso Senhor Jesus ("Como fala qualquer doida, falas tu; receberemos o bem de Deus, e não receberemos o mal?", Jó 2:10). Em Romanos 8:28 está escrito: "...todas as coisas contribuem juntamente para o bem..." Ainda em Romanos 11:36: "...para Ele são todas as coisas, glória, pois, a Ele eternamente...". Às vezes para nossa humilhação é necessário um "espinho na carne" (II Cor. 12:7-9), ou outras quaisquer aflições. Sabendo que Deus é sábio em seus planos e que Ele controla todas as coisas, então podemos nos regozijar nas tribulações (Tiago 1:2-4) ao invés de lamentar! Quando nos tornamos humildes livramo-nos do maldito orgulho e as desastrosas conseqüências que a falta dela traz para alma. Sabemos que as conseqüências do pecado são muitas. Essas conseqüências podem ser vergonha pública, conforme podemos ver em Lucas. 14:7-14; doenças graves, II Crônicas. 26:16-21; "grande ira", II Crônicas. 32:25,26; perda de responsabilidades, Daniel 5:20-30, ou outra espécie de contenda. Não há como ter as bênçãos de Deus pela falta de humildade, pois "da soberba só provém a contenda", Provérbios. 13:10. As graves conseqüências da carne são corrupção, Gal. 6:8, e nunca podem operar a justiça de Deus, pois em Tiago lemos: "Porque a ira do homem não opera justiça de Deus" (Tiago 1:20). Quando somos humildes, poupamo-nos de muita vergonha, II Cor. 10:5). Quando não somos humildes gabamo-nos de supostas qualidades como Nabucodonosor, Daniel 4:30; enchemo-nos de soberba como Herodes, Atos 12:22,23; exaltamo-nos como os príncipes contra Daniel, em destruir ou tirar vidas humanas, Daniel 6:4-13, 24; caímos na tentação de nos exaltar, Mateus 23:9-12; e inchamo-nos com a ciência, I Cor. 8:1, "a ciência incha". Devemos entender que quando excitamos a nossa carne, "não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há inveja e espírito falacioso aí há perturbação e toda a obra perversa." Tiago 3:13-18. Portanto há muito proveito e vantagens espirituais quando exercitamos a humildade.

A ADORAÇÃO ESPIRITUAL I, II, III

A ADORAÇÃO ESPIRITUAL - I JOÃO 4:15-26 Quando a Bíblia diz que Deus é Espírito ela quer transmitir que Deus é a somatório de todos os significados do uso de !espírito? na Bíblia, ou seja: substância invisível e ativa que promove ações em Si e em outros. Inclui o fato que espíritos não têm corpo, é sem o tamanho, a figura, a bitola, ou o cumprimento de um corpo, completamente separado de algo que é carnal ou de matéria (Charnock, V. I, pg. 181). !Deus é Espírito espiritíssimo, mais espiritual de todos os anjos ou almas? (ibid, citando Gerhard). Como Ele excede tudo na essência do Seu ser, assim Ele excede tudo na Sua natureza de espírito: tem nada grosso, pesado, ou de matéria na Sua essência. Afirmando !Deus é Espírito?, no contexto de João 4.24, manifesta verdades sobre a verdadeira adoração do homem para com a Divindade. A própria essência de Deus, e não a vontade de apenas uma Pessoa da Trindade, se agrada com adoração espiritual: espírito com Espírito. Não é isento, nessa adoração espiritual, o uso de lugares específicos e de objetos corporais, pois tudo que Ele criou, e ao homem deu-lhe um corpo, deve dá-Lo o Seu devido louvor (Salmos 150.6). O uso do corpo, com gestos cerimoniais, como os quais Jesus referia-Se no contexto, os dos fariseus e os dos samaritanos, não Si agradaram, pois eram cerimoniais mortas, feitos por tradição e não de um coração com entendimento. Os gestos cerimoniais originalmente apontavam às verdades de Deus. Deus quer que adoremos Ele de entendimento e não com cerimônias mortas. Jesus está dizendo à mulher Samaritana que ela deve se separar de todos os modos carnais (?Nossos pais adoraram neste monte?, v. 20) e prestar louvor primeiramente nas ações do coração e acondicioná-lo mais corretamente à condição do Objeto adorado, que !é Espírito? (Charnock, V. I, pg. 179). Creio que podemos aprender da instrução de Cristo sobre a adoração espiritual. Alguém disse: Devemos falar a Deus como Ele é, ou seja, em espírito. Da mesma regra, como Ele é deve modificar a nossa adoração dEle. Por Deus ser tão excelente em essência, atributos e obras, Ele merece tanto a serenidade das nossas afeições quanto a maior decência das nossas manifestações. O QUE A ESPIRITUALIDADE DE DEUS NOS ENSINA DA ADORAÇÃO ESPIRITUAL? 1. A adoração espiritual somente pode ser praticada onde tem um alicerce do conhecimento da espiritualidade de Deus. Por isso Jesus relata à mulher samaritana que !Deus é Espírito? (João 4.24). O começo de adoração correta se descobre no reconhecimento das excelências de Deus. A ignorância não gera a adoração espiritual. Se Deus é adorado, é necessário saber como é esse Deus. Não podemos reverenciá-lO se não houvermos entendimento da Sua natureza e obras. Os Seus atributos incitam adoração espiritual. Por Deus ser misericordioso e grande em perdoar, Ele é !temido? (Salmos 130.4), ou seja, Deus foi adorado corretamente pelo reconhecimento do Seu atributo de misericórdia. Por Deus ser um Juiz justo, um fogo consumidor, a agradável adoração com reverência e piedade a Ele é racional (Hebreus 12.28,29). Quando a profundidade e a riqueza da Sua sabedoria são consideradas, ou quando são contemplados os Seus juízos insondáveis e inescrutáveis caminhos é reconhecido que a Ele deve ser dada a glória (Romanos 11.33-36). Quando a imensidade das obras da mão de Deus é vista, o homem é levado a entender a sua própria baixeza junto com uma realização que Deus é gracioso por pensar nele e visitá-lo (Salmos 8.3,4). A benignidade de Deus para com um mundo em rebeldia contra O Santo deve levar o homem ao arrependimento, que é uma forma de adoração (Romanos 2.4). Como os Seus generosos e santos atributos nos incitem com motivos inumeráveis para adorá-lO, a Sua espiritualidade nos ensina que essa adoração deve ser espiritual, vindo da nossa alma. Portanto, Aprenda da Palavra de Deus! Medite na Sua Palavra (Salmos 1.1-3). Louve Deus pelas Suas grandezas (Mateus. 6-9-13). Faça que a sua adoração seja em espírito e em verdade POR DEUS SER ESPÍRITO, APRENDEMOS TAMBÉM QUE: 2. Adoração espiritual sempre é agradável a Deus. As maneiras físicas de adoração podem mudar, como podem as montanhas ser mudadas em vales, mas Deus, sendo imutável, e, portanto, sempre Espírito, sempre desejará a adoração espiritual. Deus deve cessar de ser Espírito para que a adoração espiritual seja desagradável a Ele. Deus perpetuamente deve ser adorado. Por ser Espírito perpetuamente, Deus tem o direito de ser sempre adorado espiritualmente. No jardim tinha uma maneira de mostrar á adoração, na Lei de Moisés uma outra, e ainda uma outra maneira no Novo Testamento, mas todos eram unânimes em ensinar que Deus quer ser adorado pelo espírito do homem. No Jardim de Éden era comunhão com a voz de Deus e obediência à Sua palavra (Gênesis 2.15-17; 3.8). A diferença entre as ofertas de Caim e de Abel foi a diferença na atitude do coração para com Deus (Gênesis 4.7, !Se bem fizeres, não é certo que serás aceito??). A atitude de Abel foi com uma fé movida pelo amor, e, portanto, adoração espiritual. A atitude de Caim evidentemente não foi de coração pois, para Deus, não foi aceitável, e, portanto sabemos que não foi uma adoração espiritual. A Lei de Moisés, mesmo que tinha a multidão de ordenanças carnais, lavagem de sacrifícios, essas cerimônias não foram a adoração mais importante. A circuncisão do coração (Deuteronômio 10.16), e a adoração !ao SENHOR teu Deus com todo o seu coração, e com toda a tua alma? (Deuteronômio 30.10) foi o principal e melhor adoração ensinada por Moisés, ou seja, adoração espiritual tinha prioridade sobre á observação das cerimônias. Sempre convém termos um coração singular, reservado apenas para Ele, um coração sempre sensível à Sua vontade, às Suas perfeições, ou seja, um coração temente a Deus (Salmos 139.1- 4, 17, 23, 24). A ESPIRITUALIDADE DE DEUS TAMBÉM NOS ENSINA: 3. É o dever de todo homem adorar Deus em espírito tanto quanto é o dever de o homem temê-lo (João 4.24; Eclesiastes 12.13). Adoração verdadeira nada é mas atribuindo a Deus a honra que Ele merece. Portanto, a postura correto dos nossos espíritos é importante na adoração. !Deus é Espírito? e, no espírito do homem, a imagem de Deus é mais clara. Portanto, não é racional servir o nosso Criador somente com aquilo que voltará a pó, e negar dEle aquilo que nos faz ser criaturas superiores, e aquilo que !volte a Deus, que o deu? (Eclesiastes 12.7). É racional sermos !sacrifícios vivos? na adoração espiritual, usando o corpo reverentemente de forma mínima, mas, na entrega maior, adorando com o nosso espírito (Romanos 12.1,2). Sendo feito segundo a Sua imagem nos obriga a exercitar aquilo em nós mais como Ele, ou seja, no espírito. Não seja enganado em ser movido a crer que as cerimônias, movimentos ou posições do corpo superam ou igualam à adoração espiritual. Lembre-se que Deus olha no coração (1 Samuel 16:7, !Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração."; Salmos 147.10, 11; I Pedro 3.3, 4). Lembre-se que Deus abençoou o povo que louvava Ele com dança e musica nos tempos da bíblia, mas devemos entender que não foi pela dança ou musica, mas pelo que Ele viu no coração que tal louvor foi aceita. Ele é Espírito e quer que os que o adoram, o adorem em espírito e em verdade. Pela Palavra de Deus, conhecemos Deus como Ele é, e o que O agrada. Está com ou sem o conhecimento dEle no seu coração? Deus se revela exclusivamente a nós pelo Seu Filho, Jesus Cristo (João 1. 18, !Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou?). Olhe a Jesus Cristo! Conhecemos Jesus Cristo pela fé. A fé verdadeira é aquela fundada na Verdade (Hebreus 11.1). A Verdade é conhecida pela Palavra de Deus. Portanto, submete-se ao exame da Palavra de Deus. Presta atenção à pregação dela. Lê-la reverentemente na sua casa. Guarde-a no seu coração. Creia no Salvador que ela apresenta: o Jesus Cristo. A ADORAÇÃO ESPIRITUAL - II ROMANOS 1.8-10 v. 9, !Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós? ?DEUS É ESPÍRITO? Substâncias espirituais são mais excelentes do que as corporais, pois dão vitalidade às corporais; a alma do homem é mais excelente do que outros animais; anjos são mais excelentes do que os homens (Salmos 8.5; Hebreus 2.7). O superior, na sua própria natureza, contém a dignidade do inferior; Deus deve ter, portanto, uma excelência acima de todos esses e assim sendo, é inteiramente remoto das condições de um corpo (Charnock). O QUE A ESPIRITUALIDADE DE DEUS NOS ENSINA DA ADORAÇÃO ESPIRITUAL? 1. Ensina-nos que o culto reverente e a adoração apropriada do evangelho de Seu Filho baseiam-se no espiritual. A obediência do evangelho de Seu Filho é mais espiritual do que qualquer cerimônia ou oblação da Lei de Moisés. O alvo do evangelho de Seu Filho é a adoração espiritual, pelo Espírito Santo regenerando o espírito do homem que era morto pelo pecado. Na mesma medida e grau que as ações da observação da lei eram do corpo, o alvo do evangelho de Jesus Cristo é espiritual. Mostrando a espiritualidade da adoração verdadeiro do evangelho é dito por Paulo que ele serve a Deus em seu espírito pelo evangelho do Seu Filho (Romanos 1.9). O evangelho é proclamado aos que são espiritualmente mortos e vivifica-os espiritualmente para com Deus (I Pedro 4.6; Efésios 2.1,4). Deus, pelo Espírito, testifica de Cristo o único Salvador, aos pecadores pelo evangelho (Atos 20.21). Somente depois do homem ser vivificado no espírito pode ele cultuar Deus (II Coríntios 2.14-16). Pelo fato que a regeneração do espírito do homem, ou seja, a vivificação ou ressurreição do homem novo é uma obra do Espírito Santo, o culto e adoração do evangelho baseiam-se no espiritual. A obediência do evangelho faz a adoração a Deus ser a adoração mais sublime e espiritual por ser realizada no homem interior que foi vivificado pelo Espírito Santo de Deus. Em contraste com a adoração do Velho Testamento pode ser dito que os adoradores foram dados o pão dos anjos (Salmos 78.25). Todavia, na época do Novo Testamento, temos os próprios anjos se ministrando a nós (Hebreus 1.14). Nisso percebemos que o evangelho é mais espiritual do que a adoração cerimonial do Velho Testamento. O evangelho é dito !culto racional? (Romanos 12.1). É dito assim pois o evangelho é um culto adequado às capacidades racionais da alma. As capacidades racionais do homem Cristão são aperfeiçoadas quando o evangelho é obedecido. 2. Ensina-nos que a substância da adoração verdadeira é espiritual pois se expressa pelo amor a Deus (I João 4.19; João 14.15), pela fé em Deus (Atos 16.31), e movida por causa da Sua bondade (Romanos 2.4). A substancia da adoração prazerosa é espiritual, pois é comunhão com Ele que é Espírito (I João 1.3). Pelo evangelho de Seu Filho as cerimônias, oblações, holocaustos, e tradições da lei são removidas e o seu significado moral é espiritualizada. Os mandamentos que nos instruíram tanto o nosso dever a Deus quanto o nosso dever ao homem, no evangelho são reduzidos ao seu significado espiritual, ou seja, amor a Deus de todo o nosso coração e amor pelo próximo como amamo-nos a nós mesmos (Marcos 12.30,31; Tiago 2.8). Por isso a adoração verdadeira é espiritual. 3. Ensina-nos que a maneira da adoração espiritual é mais espiritual do que aquela adoração da lei. A alma voa mais alta, pois entra no céu. O cheiro das afeições renovadas pelo evangelho de Jesus Cristo é um perfume mais forte do que qualquer cerimônia de religião. O alvo da maneira da adoração do evangelho é mais sincero, pois Cristo é conhecido pessoalmente e o Espírito Santo vem habitar no cristão auxiliando a sua adoração (Gálatas 4.4-6; Romanos 8.9-16). Por isso a adoração verdadeira é espiritual. 4. Ensina-nos que o auxílio da adoração verdadeira é mais espiritual com o evangelho de Seu Filho do que qualquer adoração anterior. O próprio Espírito Santo é derramado pela proclamação do evangelho de Jesus Cristo (Efésios 1.13; Filipenses 1.27; I Pedro 4.6). No Velho Testamento o Espírito Santo somente visitou os santos (Números 11.25; Juizes 3.10). No evangelho, o Espírito Santo não somente paira, mas habita no coração do cristão (Gálatas 4.6; João 7.38,39), fazendo a adoração do evangelho de Jesus Cristo mais espiritual da adoração dada pela Lei de Moisés. Cristo fez que o evangelho fosse apto para um coração espiritual, e o Espírito transformou o coração de carne e adequou-o para o evangelho espiritual. 5. Ensina-nos que por Deus ser espiritual, Ele merece o culto reverente e a adoração espiritual que é através do evangelho de Seu Filho. Ele se agrada mais com o espiritual do que com as cerimônias exigentes, as ordenanças custosas e as tradições corporais da Lei de Moisés. Um único cristão O adorando em culto reverente e na adoração adequada pela obediência de Seu Filho é mais prazeroso a Deus do que milhões de altares fumaçando com as oblações mais custosas. Deus se agrada mais desta adoração que exala-se do coração de um Cristão espiritual porque Deus é Espírito e importa a Ele que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade (João 4.23.24).. Quando Deus olha a você e a sua adoração, Ele vê o que é mais prazeroso a Ele? Ele recebe de você a adoração espiritual e obediente do homem novo criado pelo Espírito Santo no evangelho do Seu Filho? Não seja contente com a mera religião, evangélica ou protestante, nem com as cerimônias de uma adoração mecânica (Mateus 7.21-23). Deus não se contenta com obras de qualquer religião que não emana de um coração transformado por Seu Espírito (Salmos 51.6, !Eis que amas a verdade no íntimo?; I Pedro 3.4, !Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus?). Examine-se a si mesmo se a sua adoração origina de um espírito quebrantado e de um coração quebrantado e contrito, pois desta adoração Deus não desprezará (Salmos 51.16,17; Mateus 5.3-6). Que lugar tem o arrependimento e a fé em Cristo Jesus na sua adoração? A sua adoração ao Deus que é Espírito é do homem novo criado pelo Espírito Santo pelo evangelho do Seu Filho Jesus Cristo? A ADORAÇÃO ESPIRITUAL - III SALMOS 150.6 Salmos 150.6, “Tudo quanto tem fôlego louve ao SENHOR. Louvai ao SENHOR”. Tudo que tem fôlego deve louvar o SENHOR. Porém toda e qualquer adoração deve ser espiritual pois Deus é Espírito. A adoração espiritual não é uma adoração sem entendimento mas uma que usa o conhecimento da excelência de Deus como motivo do seu louvor. Reconhecendo Deus como soberano e regozijando na glória dos Seus atributos manifestos no Redentor é adoração espiritual e são ações do espírito do homem regenerado. É assim que o Salmista nos instrui: “Pois Deus é o Rei de toda a terra, cantai louvores com inteligência.” (Salmos 47.7; I Coríntios 14.12-20). A adoração sem entendimento, ou inteligência, não é culto racional, algo que Deus pede (Romanos 12.1,2). Tentativas de adorar o Senhor somente com as sensações são ações de um bruto. Louvor que usa a razão é adoração de um homem para com seu Deus. Adoração espiritual é louvor que corresponde com a natureza nova de um homem regenerado (Romanos 8.5 “os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.”). Portanto, regeneração deve preceder qualquer possibilidade de adoração espiritual e verdadeira. Importa a Deus que os que “adoram adorem em espírito e em verdade” (João 4.24). Não procure a adorar a Deus se não for regenerado. Procure Cristo! Ele é O Salvador do pecador arrependido e que crê nEle para asalvação. Por intermédio dEle o pecado tenha o novo homem. Como temos percebido nos estudos anteriores, adoração espiritual só pode ser uma atividade do homem interior que nasce do espírito de Deus (João 3.3,5,7). O cristão precisa do auxílio do Espírito Santo de Deus para adorar corretamente. Não podemos mortificar a concupiscência sem o auxílio do Espírito (Romanos 8.13), e tampouco a nossa adoração é espiritual sem o Seu auxílio (Romanos 8.6 “mas a inclinação do Espírito é vida e paz”; 8.26 “o mesmo Espírito intercede por nós”; Efésios 6.18 “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito”; Judas 20 “Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo”). Não podemos clamar “Abba, Pai” sem o Espírito Santo nos impelindo a tal adoração espiritual. A adoração espiritual também deve ser com sinceridade. Quando Paulo diz “Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito”, ele não estava se referindo ao auxílio do Espírito Santo impelindo ele a servir Deus. Ele está expressando que ele serve o Senhor Deus com um coração reverente e sincero (Romanos 1.9). Deus merece o nosso coração. Podemos dar a nossa língua, lábios, ou as nossas mãos, sem o nosso coração, mas o coração não pode ser exercitado em adoração verdadeira sem a atividade da nossa língua, lábios, e as nossas mãos santas (I Timóteo 2.8; Provérbios 23.26). As duas pequenas moedas da viúva foram mais valiosas do que as ofertas volumosas dos ricos por serem de um coração sincero em adoração espiritual e verdadeira (Marcos 12.41-44). Portanto a adoração espiritual envolve a sinceridade com o que temos, seja financeira, ou seja física. A adoração corporal não é rejeitada por Deus na adoração espiritual. Mesmo que a adoração espiritual é o mais importante e prazerosa a Deus, não devemos omitir o que foi menos exigido, ou seja, o uso do corpo na adoração (Mateus 23.23; Lucas 11.42). A lei cerimonial tinha a intenção do espiritual, assim o nosso espiritual pode ter a ação do corpo. Mas a adoração só pode ser verdadeira se o corpo que adora adore com um espírito santo. Um corpo moralmente sujo indica um coração pecaminoso. Tal adoração é rejeitada. O culto racional consiste tanto numa mente renovada quanto num corpo santo apresentado a Deus (Romanos 12.1,2; I Timóteo 2.8). Os nossos corpos devem ser sacrifícios vivos. Na adoração espiritual os nossos corpos não devem ser mortos mas mortificados ao pecado (Romanos 8.13). Um sacrifício vivo se manifesta pela vivência da nova natureza, numa postura santa com as afeições crucificadas à tudo que é da carne ou do mundo. Como a divindade de Cristo foi manifesta pelas Suas ações, assim também a nossa espiritualidade deve ser manifesta nas nossas ações de adoração. “Dar a Deus louvor pelo corpo e não da alma é hipocrisia; dar a Deus culto em espírito e não com o corpo é sacrilégio; não dar louvor com o corpo nem com o espírito é ateísmo.” (Citação de Sherman’s Greek in the Temple, pgs. 61,62 por Charnock, pg. 220). Mas a adoração corporal deve ser espiritual para ser aceito do Deus que é Espírito. Portanto ela deve ser limitada aquilo que é reverente, solene, respeitoso e dirigida pela inteligência. Somente dessa maneira pode a adoração correta ser um culto racional e espiritual. A expressão corporal deve ser uma reflexão do homem novo que deleita-se na lei de Deus (Romanos 7.22). Nenhuma carnalidade, sensualidade, ou movimento sugestivo da carne, é reflexão daquele homem novo que deleita-se na lei de Deus (I Pedro 3.3,4; Efésios 4.22,24 “novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade”; Tiago 3.13-18, “Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria. Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa. Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.”). Portanto, a adoração verdadeira usa o corpo mas nunca a carne. Cristo é o nosso exemplo e Ele adorou mais corretamente o Seu Pai. Ele adorou Deus corporalmente; Ele orou em voz alta, ajoelhou-Se, ergueu Seus olhos ao céu juntamente com Seu espírito quando Ele louvou o Seu Pai pela misericórdia recebida, ou rogou para que Seus discípulos fossem abençoados (João 11.41; 17.1,11). Os homens santos de Deus têm usado os seus corpos em expressões de adoração espiritual: Abraão se prostrou, apóstolo Paulo ajoelhou, estes usaram suas línguas e levantaram suas mãos, mostrando-nos que adoração espiritual necessita expressão corporal. E por Deus ser Espírito e também Santo essas expressões corporais devem espelhar o homem novo regenerado adorando reverentemente. É verdade que o corpo deve ser usado, segundo o entendimento, na adoração espiritual e entendemos isso pelo fato que Jesus instituiu o Seu tipo de igreja e estabeleceu ordenanças nela que só podem ser observadas empregando o corpo. Deus pede a nossa presença corporal no ajuntamento (Hebreus 11.25; Salmos 122.1). As ordenanças, tanto de batismo, quanto a ceia, pedem a participação do nosso corpo na adoração (Mateus 28.19; I Coríntios 11.23-27). As duas ordenanças manifestem publicamente Cristo e a Sua redenção completa e vitoriosa. Mas, nem por isso, devemo-nos a ser entregues à gritaria ou à expressão corporal espontânea e sem controle (Efésios 4.31, “Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós”; I Coríntios 14.40). Somente pelo fato que o corpo participa na adoração verdadeira não indica que ela deve ser menos espiritual, mas as ações do corpo também devem expressar reverência e santidade (Habacuque 2.20 “Mas o SENHOR está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra.”). A adoração não deve deixar de ser um “culto racional”, ou quer dizer com entendimento quando há o uso do corpo nela. É sábio notar que as expressões corporais são somente expressões, e não se substituta a própria adoração. Orações compridas, cânticos talentosos, ou qualquer outra expressão corporal, são nada sem o amor interior a Deus (I Coríntios 13.1-3). Deus quer para Ele mesmo o nosso coração. As cerimônias religiosas foram instituídas como servos da nossa adoração espiritual, não para ser a própria adoração. Um homem que se mostra religioso mas sem aquela adoração com o espírito é igual a igreja de Sardes que “tens nome de que vives, e estás morto.” (Apocalipse 3.1). A adoração usa o corpo para se expressar, mas mesmo assim é necessário que examinemos que ela não deixa de ser espiritual (Lucas 11.39-44). Por causa do perigo da carne misturar-se na adoração corporal devemos examinar-nos concernente a nossa maneira de adoração. Estamos nos últimos dias e o apóstolo Paulo nos diz: terão muitos nestes dias que tem “aparência de piedade, mas negando a eficácia dela” (II Timóteo 3.1,5). Portanto, devemos nos examinar se não é assim conosco. Para ajudar nessa examinação particular considera essas indagações: A nossa diligência é o exterior ou o interior? Os nossos sacrifícios ao Senhor são sacrifícios vivos e santos, ou sacrifícios das obras mortas da carne? Está lembrado que qualquer carnalidade na adoração não só faz a adoração ser inaceitável, mas abominável a Deus (Apocalipse 3.16; Salmos 66.18)? Para ter adoração espiritual lembre-se: vigilância contínua é necessária (Mateus 26.41). Um andar espiritual de dia impedirá a contaminação com a concupiscência na adoração noturna. Lembre-se também é necessário nutrir um amor para com Deus que leva-nos a depender nEle (Provérbios 16.3; Salmos 37.4). Para cultivar uma adoração espiritual, nutri pensamentos corretas da majestade de Deus na sua mente. Praticando esses conselhos fará que adoremos o Senhor em espírito “e em verdade” (João 4.24; Filipenses 4.8). Também para auxiliar a adoração espiritual pública devemos cultivar uma comunhão particular com o Senhor (Jeremias 15.16). Para medir a veracidade da nossa adoração somente devemos notar se somos mais maduros espiritualmente depois do exercício dela. O fruto de adoração espiritual é visto numa obediência maior da Palavra de Deus (Mateus 7.24-27) e num amor aperfeiçoado para com Deus e para com os homens (João 13.35). O homem novo pelo conhecimento de Deus foi renovado (Colossenses 3.10)? A comunhão que você experimentou na adoração foi uma comunhão com Deus ou um inter-relacionamento com seu próprio ego? Foi algo que se edificou ou somente si entreteve? Que Deus nos abençoa com aquele entendimento da Palavra de Deus que nos leva à adoração verdadeira expressada tanto espiritualmente quanto corporalmente segundo a verdade. Assim Cristo será exaltado e o povo de Deus edificado.

O HOMEM E O PECADO

Thursday, 16 de April de 2009

O HOMEM DO PECADO


Nos capítulos anteriores já tocamos algo no Homem do Pecado, mas agora viemos estudá-lo mais de perto. Antes de prosseguirmos, vire o estudante e leia as passagens seguintes: 2 Tess. 2:3-10; Apoc. 11:1-7,13; 16:13-16,17; 19:17-20; Dan. 7:8-27; 8:8-25. Estas duas últimas passagens têm referência a Antiôco Epifano, o tipo do Homem do Pecado.

I. A IDENTIDADE DO HOMEM DO PECADO

1. É PARA SER UM INDIVÍDUO ATUAL

Como afirmado antes, interpretamos qualquer passagem da Escritura literalmente, a menos que haja alguma coisa na passagem, ou no contexto, ou em alguma outra Escritura que indique um sentido figurativo. Não achamos nenhuma razão, absolutamente, para tomarmos a descrição do Homem do Pecado de outra maneira que não literalmente. Nenhuma instituição ou agência podia sentar-se no templo de Deus. Vide 2 Tess. 2:4.

2. ELE E A BESTA DO APOCALIPSE DEVEM SER O MESMO INDIVIDUO

Sustentamos esta convicção pelas seguintes razões:

(1). Ambos devem ocorrer os seus curso durante o ínterim entre as duas fases da vinda de Cristo

Abaixo mostramos ser isto verdade do Homem do Pecado. E num capítulo anterior mostramos que a seção do livro em que se recorda a carreira da besta pertence a esse período.

(2). Suas atividades são igualmente descritas

2 Tess. 2:4-10; Apoc. 13:6-8.

(3). Ambos são para serem destruídos na vinda final de Cristo à terra.

2 Tess. 2:8; Apoc. 19:11-20

3. ELE É PARA SER UM REI MUNDANO COM ASSENTO DE PODER EM ROMA

Vide Apoc. 17:1-11. Sustentamos os sete montes (v. 9) como as sete célebres colinas de Roma. Os cinco reis caídos, sustentamos ser Egito, Assíria, Babilônia, Pérsia e Grécia. A que então era cremos que foi Roma pagã. A que ainda era para vir foi Roma !Cristã?, ou o Santo Império Romano, assim chamado. Os primeiros seis reinos (o termo para reis significando tanto reis como reinos) culminaram no sétimo. A besta é para ser o oitavo rei e seu reino combinara todo o poder e malícia dos sete.

A ferida mortal em uma das cabeças da besta (Apoc. 13:3) tomamos por representar a queda de Roma, A. D. 476. Referimos a cura da ferida ao restabelecimento do Império Romano com sua capital em Roma sob o reinado da besta. O mar do qual se vê surgir a besta (Apoc. 13:1; 17:1,15) tomamos por representar a massa da humanidade em ebulição, turbulenta, revolucionária, à qual serão os habitantes da terra pelo rapto dos santos.

Não achamos fundamento satisfatório para sustentarmos que o Homem do Pecado será Judas reencarnado. Certo é que Deus não operaria ativamente semelhante reencarnação. E o diabo não tem o poder de operá-la. Ele pode possuir e dominar os homens, mas ele atualmente não pode encarnar-se nem reencarnar os seus falecidos seguidores. A base da noção que o Homem do Pecado será Judas reencarnado, o fato dele ter sido chamado !um diabo? (João 6:70), e !o filho da perdição? (João 17:12) e ter isso !para o seu próprio logar? (Atos 1:25), é insuficiente para estabelecer uma idéia tão radical. A esta e outras noções concernentes ao Homem do Pecado consideramos como fantasiosas.

Nem há fundamento escriturístico para referir-se ao Homem do Pecado como o Anticristo em qualquer sentido exclusivo. Só João nas suas epístolas usa o termo, aplicando-o aos falsos mestres do seu dia que negavam humanidade de Cristo (1 João 2:18-22; 4:3,4; 2 João 7). E João disse que havia muitos deles no mundo. O prefixo !anti? pode significar contra ou em vez de. Não há evidencia de João o ter dado no último sentido: usou-o exclusivamente como aplicado àqueles que eram contra Cristo; aqueles que negavam que Jesus era o Cristo ([1]). Não há evidência que os falsos mestres a que se referiu João tentaram estabelecer qualquer deles como o Cristo.

O Homem do Pecado, será um anticristo, porém identificá-lo como !o Anticristo?, num sentido exclusivo, e então tomar o prefixo para significar em vez de , inferindo que ele será um judeu e confundir-se-á com Cristo, está sem garantia. O Homem do Pecado sentar-se-á no templo e exigirá culto, mas ele podia fazer isso sem impor-se como o Messias.

 

SEJA UM ABENÇOADOR

Monday, 1 de December de 2008

O que produz o ânimo ? Boas palavras, palavras de encorajamento. Seja um abençoador, diga boas mensagens ao próximo.

Écomo jesus falou : Ama teu próximo como a ti mesmo. O que você fala para o róximo tem muito valor e poderá ser decisivo na vida dele. Assim como as palavras edificam também tem o poder de derrubar serve para motivar ou não. O apóstlo Paulo tinha alguns amigos .Um deles era Onisiforo ele animava a vida de Paulo quando estava triste, vinha Onisiforoe lhe contava bons casos. As palavras dele ajudaram demais a manter Paulo com ânimo.

Onisiforo era um homem alegre, que faltava coisas animadas. Veja o que Paulo diz de Onisiforo:

O SENHOR CONCEDA MISERICÓRDIA À CASA DE ONISIFORO, PORQUE MUITAS VEZES ME RECREOU E NÃO SE ENVERGONHOU DAS MINHAS CADEIAS.   2 TIMÓTIO 1.16

TITO também confortou Paulo animando-o:

MAS DEUS, CONSOLA OS ABATIDOS, NOS CONSOLOU COM A VINDA DE TITO E NÃO SOMENTE COM A SUA CHEGADA, MAS TAMBÉM PELO CONFORTO QUE RECEBEU DE VÓS REFERINDO-NOS A VOSSA SAUDADE, O VOSSO PRANTO, O VOSSO ZELO POR MIM, AUMENTANDO, ASSIM MEU REGOZIJO. 2 CORINTIOS 6.7

Você pode decidir o grau de ânimo na sua vida como na dos outros um ex:

pais amaldiçoam seus filhos com palavras duras, ruins e negativas. como:  você nunca terá nada, você não serve pra nada e outras coiass mais . Isto é errado! È certo que essa criança terá complexo de inferioridade, e baixa auto-estima na sua vida. Porque vpcê acha que um judeu é uma pessoa que conquista, que cresce? È porque quando o filho de uma judia é reprovado na escola a mãe fala:

"meu filho, eles não entenderam você, que não está no mesmo nível deles."

Há muitos cristãos amaldiçoando não somente seus filhos como também seu proximo A pessoa já esta se afogando vem um servo de Deus dizendo:

"ISSO É SOMENTE O COMEÇO . A LUTA MESMO VAI CHEGAR. VEM MAIS POR AI."

Uma palavra de ânimo traz vitória para a nossa vida. dá disposição para seguir em frente. O amanhã pertence a Deus .No amanhã tem milagres portas abertas pois é por isso qye devemos dizer coisas boas ao nosso semelhante como podemos dizer que amamos a Deus se nós nem ama o nosso próximo.
Existem pastores que amaldiçoam as suas ovelhas : "SE VOCÊ SAIR DA IGREJA, O DIABO IRÁ PERSEGUI-LO" ou então "SE FOR PARA OUTRA DENOMINAÇÃO A SUA VIDA NÃO DARÁ CERTO ". Fomos feritos para abençoar para dizer palavras de ânimo para as pessoas que tal fazer um exercicio?

ápos ler estas palavras diga uma palavra boa animada para uma pessoa próxima a você .Pense em algo bom animador Deus tem vitória para sua vida cheia de grandes bençãos para ua familia a sua vida tenho certeza que prosperará

E O MELHOR DO SENHOR AINDA SE CHEGARÁ NA SUA VIDA .

SOMENTE CREIA QUE O SENHOR CONCEDERÁ O DESEJO DO SEU CORAÇÃO

UM CÂNTICO NOVO NA BOCA

Monday, 24 de November de 2008

UM LOUVOR DIFERENTE

Em Salmo 40.1-3 diz assim:


"Salmo de Davi para o músico-mor Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pós os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. E pós um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR. Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira".

Existem absolutos com Deus. Há uma adoração que é correta e existe uma adoração que é errada. Mesmo que falaremos do novo cântico, o assunto é adoração e não a ciência de canto.
O Salmista tinha um cântico na sua boca que era novo. Por ser novo, era diferente daquele cântico que tinha antes. Só por ser diferente não faz algo melhor, mas ele qualifica a diferença, e essa diferença faz o "novo cântico" ser melhor daquele que antes tinha na sua boca. O "velho cântico" não era tão bem quanto o "novo cântico". O "novo cântico" provocou o temor de Deus e fé correta no SENHOR (v. 3). Portanto o "velho cântico" era sem essas boas qualidades. O "velho cântico" não provocou temor no SENHOR nem confiança nEle.
O "novo cântico" era "um hino ao nosso Deus". Comparando, o "velho cântico" não era um hino ao nosso Deus.
Portanto existem absolutos com Deus. Há uma adoração que é correta e existe uma adoração que é errada.
Primeiramente, quero nessa mensagem considerar as diferenças na adoração: a adoração correta e a adoração errada. Depois quero comparar o "velho cântico" com o "novo cântico".
As Diferenças da Adoração Errada e da Aceitável


LOUVOR GENUÍNO

O QUE É O LOUVOR

Qual o significado de louvor?

São perguntas que todos fazem mas nem todos à praticam.
O louvor no Antigo Testamento é basicamente definido por três palavras:
- BARAK (bendizer)
- YADAH (dar graças)
- BALAL (aleluia – louvai ao Senhor)

2- A quem então devemos louvar?
• Somente ao Senhor nosso Deus
• Não devemos louvar-nos a nós mesmos (2 Coríntios 10:12)

3- Porque devemos louvar?
• Porque Deus é bom (1 Crônicas 16:34)
• Para exaltar o poder de Deus (Salmo 21:13; Salmo 103:1-5)
• Para que os demônios saiam (1 Samuel 16:22-23)
• Para se fazerem conhecidas as obras de Deus (Salmo 105:1-3)
• Para nos apresentarmos ao Senhor (Salmo 100:4)
• Porque Deus habita nos louvores (Salmo 22:3)

4- O que acontece quando louvamos?
• O inferno estremece e os demônios se abalam (1Samuel 16:22-23)
• Nosso coração se enche de alegria (Salmo 100:1-2)

5- Como devemos louvar?
• Voluntariamente (Juízes 5:2)
• Com instrumentos e cânticos (Salmo 33)
• Com palmas e voz de triunfo (Salmo 47:1)
• Louvai com danças (Salmo 150:4)
• Em Ações de Graças (Salmo 147:7)
• Com sacrifícios, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome (Hebreus 13:15)
• No seu santuário (Salmo 150)
• De todo o meu coração (Salmo 9:1-2)

6- Quando devemos louvar?

• A todo tempo (Salmo 34:1)

7- Quem deve louvar?

• Eu e você (Salmo 71:22)
• Os anjos (Salmo 148:2)
• Os astros celestes (Salmo 148:3)
• Tudo o que vive (Salmo 150:6)


8- E se eu e você não quisermos louvar?

As pedras clamarão em nosso lugar (Lucas 19:36-40)


LIDANDO COM A INVEJA

http://br.youtube.com/watch?v=7B5-5N8BC7o



Provérbios 24,1,2,19,20; Tiago 3.13-17

Não tenhas inveja dos homens malignos, nem desejes estar com eles,
Porque o seu coração medita a rapin, e os seus lábios falam maliciosamente.
Não te aflijas por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos ímpios.
Porque o maligno não terá galardão algum, e a lâmpada dos ímpios se apagará.

Tiago 3.13-17
Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria.
Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.
Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica.
Porque onde há inveja e espírito faccioso ai há perturbação e toda obra perversa.
Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacifica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia.

A palavra de Deus diz em Gálatas 5.26
“ Não sejamos cobiçosos de vanglorias irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros “
Examine-se o homem a si mesmo
1 Cor 11.28 a

A inveja é um produto de disputas insensatas
A inveja é considerada como um gigante que aflige a alma de maneira tão terrível que pode levar o homem à pratica de ações danosas tanto ao corpo como a alma .A inveja é tida como a prova de incapacidade que leva o individuo a desejar que ninguém seja melhor do que ele ou que consiga progresso ou melhoraria em sua vida.
A inveja desagrada a Deus e traz juízo para quem a pratica. A inveja é um misto de ódio e desgosto, pesar de ciúmes pelo bem e felicidade dos outros. O invejoso sente um violento de possuir o bem alheio. A inveja é querer para si a prosperidade e a alegria de outra pessoa, essa possui algo mais.
O apostolo Paulo ao escrever a Timóteo admoestou acerca daqueles que pervertiam os ensinos de Jesus, inventando novidades que não levam uma vida santa e piedosa.
Às vezes, a inveja já nasce de um conversa simples quando uma pessoa conta ter recebido uma grande benção. O invejoso que ouve fica inquieto e começa a procurar algum meio para desfazer a alegria existente.


A inveja é produto da mente carnal
Mente carnal nessa apreciação do apostolo significa falta de espiritualidade. Ele está, nessa ocasião escrevendo a crentes que deveriam ter mente de Cristo ( 1 cor 2.16b ) mas que se deixam levar por pensamentos carnais dando lugar a inveja contendas e dissensões ( 1 cor 3.3 )
Nós sabemos que todas as atitudes estão relacionados a nossa mente e pensamentos e é o que acontece pensamos, sentimos e agimos.
E por isso, existe invejas , porfias, contendas, por assuntos mesquinhos, o que criava facções dentro da igreja .Prova infalível de falta de espiritualidade.Maquinam em suas mentes carnais pensamentos acerca dos irmãos
. (1 cor 3.3 )


A Bíblia oferece vários exemplos de pessoas que invejavam as boas obras dos semelhantes ( Gn 4.5 ). A inveja que Caim teve com Abel, os filhos de Jacó por seu irmão José levou-os a vende-lo a mercadores que o levaram a uma terra estranha do Egito.
O rei Saul com Davi pelo fato de ele ser querido e aplaudido pelo povo
( 1 Sm 18.7-9 ). Os príncipes da Babilônia procuravam ocasião contra Daniel por ele ser um súdito exemplar e, por isso apreciado pelo rei ( Dn 6.1- 4 )
Paulo também foi vitimado da inveja dos judeus (At 13.45 ; 17.5 ). Mas o caso mais trágico foi, sem dúvida, aquele vivido pelos príncipes dos sacerdotes que movidos pela inveja levaram Jesus à morte no Calvário ( Mc 15.10; MT 27.18 )
Infelizmente muitas pessoas cristãs não avaliam o quanto a inveja é prejudicial.
O negócio é que o invejoso, estando insatisfeito com Deus por não lhe proporcionar tudo aquilo que pretende possuir, volta-se contra alguém que parece ameaçá-lo com o seu sucesso como alguém que tomou algo que deveriam pertencer a ele.


O invejoso está a beira do fracasso porque consente na atuação de Satanás na sua mente.Ele adoece com mais freqüências fica sujeitas a crises nervosas que causam outros tantos males de nada lhe satisfaz manifesta sentimento de inferioridade desconfiança das outras pessoas a inveja deturpa o caráter.
Salomão em um provérbio diz: que o coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos
( PV 14.30 ) A inveja em si já é uma terrível enfermidade certamente Salomão fez alguma observação sobre a diferença do que possui um coração bondoso que se alegrava com a benção dos outros o que é bem diferente do coração dos invejosos.
O espírito da inveja é tão terrível que é muito desgastante conviver com o invejoso .
A inveja mata o amor, a união, a amizade, o carinho e o interesse. A inveja é devastadora qual foi motivo da morte de Abel? A inveja de Caim. A Bíblia informa que o jovem Caim foi tomado por uma ira assassina porque deus recebeu a oferta de Abel e recusou a de Caim ele se sentiu humilhado.
Deus não faz acepção de pessoas mas por quê será que Ele não aceitou a oferta de Caim?
se o relato bíblico for lido com certa atenção, claramente pode-se chegar a um entendimento do fato então quando Caim trouxe do fruto da terra ao Senhor Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta ( Gn 4.3,4 ) tudo isso está constituído em uma só palavra
PRIMÍCIAS.


Abel separou a primeira ovelha do seu rebanho e a oferta ao Senhor. Caim tomou do fruto da terra no fim de uns tempos ou seja aquilo que restara da colheita e levou em oferta ao Senhor. O Senhor não é Deus de sobras de restos dos soberbos de após os segadores.
Ele é Deus das primícias da primeira escolha, do primeiro fruto, da primeira decisão como está determinado Honra o Senhor com tua fazenda e com as primícias de toda a tua renda
( PV 3.9 ) Então tomarás das primícias de todos os frutos da terra que trouxeram da ta terra que te dá o senhor teu Deus ( Dt 26.2ª ).
Caim tomado de inveja cometeu o homicídio porque a inveja também trouxe a ira descontrolada e ainda como conseqüência ele mentiu para Deus dizendo que não sabia de seu irmão (Gn 4.9 )


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INVEJA DESCONTENTAMENTO DO QUE SE TEM

Saturday, 22 de November de 2008

A INVEJA COMEÇA QUANDO A SATISFAÇÃO COM AQUILO QUE SE POSSUÍ É PERTURBADA PELA PERCEPÇÃO DE VANTAGENS DESFRUTADA POR OUTROS E PELA CONSEQUENTE DETERMINAÇÃO DE ADQUIRIR AS MESMAS VANTAGENS - SEJA POSIÇÃO SOCIAL, BENS MATERIAIS OU ELOGIOS ( GN 26.14; 30.1; SL 73.3 ).

Querer o que os outros possuem tem se tornando parte de nossa cultura consumista aliada à expectativa de que a vida deve ser uma escalada contínua em busca de algo melhor, mais fácil e mais opulento.

A Bíblia deiz que a inveja coexiste com tudo o que o amligno. A inveja, geralmente, é incluida na lista de pecados no NOVO TESTAMENTO, uma lista bem feia com contendas, egoísmo, malicia , engano, hipocrisia e mentra (Fp. 1.15; Tg. 3.14-16; 1 Pd.2.1-3).A inveja, ´um sentimento desastroso, porque abala a nossa confiança de que Deus conhoce todas as coisas e de que proverá todas as nossas necessidades.

Até uma mulher cristã é capaz de invejar o bem que alguém tenha recebido de Deus- seja um aposição de lideranças, poder espiritual, relacionamentos familiares ( principalmente filhos) ou dons espirituais. Com essa atitude, deixa de atingir seu prórpio potencial em Jesus Cristo. Na busca daquilo que não lhe pertence por justiça ela se diminui um estado descrito na Biblia como "alma que se definha" e "podridão dos ossos " em (Sl 106.13-15; Pv. 14.30).

Você escapa da inveja só que quando entrega seus desejos a Deus para que ele os satisfaça no tempo dele e de acordo com a vontade de Deus. Estar satisfeita com aquilo que você possui, em qualquer situação, substitui a inveja ( Fp. 4.11). Você vai obter uma nova perspectiva quanto ao que é realmente importante.

veja mais alguns tópicos que fala sobre:

AMARGURA ( Hb. 12 )

COBIÇA ( Pv. 30 )

CÍUMES ( Ct. 8 )



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